Quarta-feira, 16 de Abril de 2014

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Sete dicas para quem quer dar uma virada no orçamento em 2013

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais - Anbima publicou um guia com sete dicas para quem quer dar uma virada no orçamento em 2013. Os passos mostram como é possível não apenas sair do vermelho, mas se tornar um investidor bem-sucedido. Confira:

Organize seu orçamento

Antes de tudo, é preciso saber quanto se tem de dinheiro disponível para investir. Relacione em uma planilha todos os seus ganhos e os gastos, para ter uma ideia mais clara de como anda seu orçamento.

Mas não espere sobrar dinheiro para investir. Antes de gastar o dinheiro que sobra depois de pagar as contas, reserve uma quantia para aplicar todo mês. Nessa fase, é importante que você relacione também suas despesas das próximas semanas ou meses, como férias, matrículas de escola, IPVA, dentre outras. Assim você evita investir recursos que talvez precise usar pouco tempo depois em algum tipo de aplicação que cobre altos impostos de quem faz o resgate em um prazo curto.

Estabeleça seus objetivos

Defina seus objetivos de curto (até um ano), médio (até cinco anos) e longo prazo (mais de cinco anos). Inclua planos como o da compra de um carro, da casa, o casamento, a intenção de ter filhos, uma viagem de férias, um curso no exterior, a faculdade, dentre outros. Não se esqueça de incluir sua aposentadoria, pois quanto antes começar a poupar, menos terá que gastar e se preocupar com isso no futuro.

Estude o mercado

Conhecer os diferentes tipos de investimentos que o mercado oferece é muito importante para você tomar a decisão correta. O mercado financeiro é bastante sofisticado e há aplicações para atender as mais variadas necessidades de liquidez, rentabilidade, prazo e outras. É bom que você conheça os principais para aproveitar o melhor de cada produto e não perder boas oportunidades. Analistas recomendam que o investidor desenvolva sua própria consciência do está que fazendo para saber escolher o que é melhor para si e questionar o seu especialista em investimentos.

Dedique tempo para colher informações. Há dados disponíveis em sites como o da Anbima, além de outras instituições financeiras, bem como na imprensa. Existem ainda muitos cursos, alguns deles gratuitos. É importante que nessa busca por informações você procure esclarecer principalmente os riscos, custos e perspectiva de rentabilidade dos produtos que você pensa em investir.

Compare aplicações e instituições

Para aplicar em produtos do mercado financeiro, você sempre precisará de um intermediário, que pode ser um ou mais bancos ou corretoras de valores. É preciso ser cliente dessas instituições para efetuar operações de depósito e resgate dos valores investidos. Elas é que fazem a aplicação baseadas nas ordens do investidor, ou decidindo em conjunto com ele. Muitas instituições oferecem investimentos semelhantes. Compare as taxas para aproveitar sempre as menores. Uma parte importante do seu retorno pode vir da economia de despesas.

Peça orientação

Tire todas as dúvidas antes de decidir onde aplicar seu dinheiro. Os profissionais que atendem os investidores em bancos e corretoras precisam obter a certificação CPA-10, da Anbima, que atesta o conhecimento quanto às aplicações oferecidas. Assim, lembre-se de perguntar se o profissional que está te atendendo possui essa certificação e conte com ele para esclarecer dúvidas. Há também planejadores financeiros com a certificação internacional CFP que podem atuar como consultores de finanças. Os planejadores costumam atender em escritórios próprios ou empresas de assessoria de investimentos e cobram por consulta ou por mês, para um acompanhamento contínuo.

Trace um plano de investimento

Com base nas conclusões a que você chegou ao avaliar quais são os seus objetivos, as características das aplicações, e após as conversas com os especialistas do mercado, defina, em conjunto com as instituições das quais se tornou cliente, que investimentos são adequados para cada parte do seu dinheiro. Lembre-se de que os recursos que você usará no curto prazo precisam ficar em aplicações líquidas, ainda que menos rentáveis. Já a parcela que você sabe que vai demorar a precisar, você pode aplicar em investimentos com expectativas de rentabilidade maiores, em geral os mais arriscados.

Monitore e reavalie sua carteira

Pelo menos a cada três meses, você deve consultar o desempenho dos seus investimentos para verificar se estão dentro da sua expectativa. Nessa hora, é importante lembrar que a rentabilidade dos investimentos pode oscilar e que muitas vezes é necessário um tempo maior de avaliação antes de decidir trocar. É importante respeitar o seu perfil de investidor ao readequar sua carteira.

Com informações do site Exame.

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